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Arte Naif é tema de primeira exposição do ano no Celeiro Espaço Criativo, em João Pessoa

20 de fevereiro de 2022
Foto: Div

O Celeiro Espaço Criativo fará a abertura da exposição de Arte Naif intitulada “Pandemia, Carnaval e Utopia”, no dia 24 de fevereiro, às 18h30, na sala de Exposições Contemporâneas, na sede do Celeiro, no Bairro Altiplano. O público poderá conferir a mostra até o início de abril.

A primeira mostra de 2022 conta com a produção de três talentosas artistas paraibanas – Analice Uchôa, Letícia Lucena e Patrícia Lucena. “Vivemos momentos desafiadores onde a beleza e a leveza parecem oprimidas pelas incertezas do dia a dia. Mas mesmo diante desta situação sombria essas artistas aceitaram o desafio de fazer esta exposição, trazendo para a arte Naif temas antagônicos como o carnaval e pandemia”, disse Ilson Moraes, curador do Celeiro.

Na avaliação dele, causa estranheza à abordagem de uma temática densa para os artistas da arte Naif. “Porém, nessa exposição às artistas fizeram com que as cores vibrantes e linhas singelas passassem uma mensagem séria e forte, mas sem perder a encantadora leveza desse estilo de arte”.

Nos quadros os personagens são retratados com cores vivas em cenas carnavalescas com máscaras cobrindo o nariz, a boca e o queixo, ao invés, da tradicional máscara carnavalesca que cobre a área ao redor dos olhos.

Sobre as artistas
Analice Uchôa 
– paraibana, natural de Campina Grande. Começou a pintar em 1998, a partir de um sonho, no qual expunha em Paris, na França. Já ilustrou livros infanto-juvenis e realizou dezenas de exposições no Brasil e em Portugal.

Patrícia Lucena – natural de Campina Grande. Aos oito anos de idade mudou-se para João Pessoa. Autodidata. Iniciou sua trajetória como artista em 2007. Retrata em seus trabalhos a vida cotidiana, abordando a natureza, a sociedade e a religiosidade.

Letícia Lucena – nascida em João Pessoa. Autodidata. Herdou do pai, o pintor Naif José Lucena, o gosto pela pintura. Tem na pintura o seu refúgio espiritual, um meio de resgatar a cultura paraibana e viver melhor em meio aos conflitos sociais.